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Plantas hepatoprotetoras

O fígado é considerado um dos órgãos mais importantes do corpo humano, desempenhando funções relacionadas a metabolismo, digestão, armazenamento e excreção de substâncias endógenas (produzidas pelo organismo) ou exógenas (como medicamentos, por exemplo). Justamente por atuar no metabolismo de várias substâncias estranhas no corpo, o fígado está exposto à intoxicação por diferentes agentes. O papel de medicamentos hepatoprotetoras é, justamente, proteger as células hepáticas desses perigos, o que diversas plantas tem feito com sucesso. Em geral, as plantas hepatoprotetoras são indicadas para prevenção e/ou tratamento de intoxicações hepáticas, hepatites virais e doenças inflamatórias crônicas do fígado. Elas fazem isso por meio de vários mecanismos e substâncias.

O Boldo-do-chile (espécie importada para o Brasil) já foi confirmado por estudos pré-clínicos que demonstraram suas atividades hepatoprotetoras e antioxidante. Porém, estudos clínicos ainda não foram realizados em relação ao seu efeito na proteção no fígado. Em relação à segurança, existem poucos estudos publicados, mas seu uso é contraindicado por mulheres grávidas e em fase de amamentação, porque existem indícios de toxicidade para o bebê. O Ministério da Saúde recomenda ainda que produtos à base de boldo-do-chile não sejam utilizados em pacientes com obstruções das vias biliares, infecções severas ou câncer no pâncreas. Além disso, existe uma preocupação com o uso por pacientes com quadros mais graves de hepatite viral e tóxica e cirrose hepática. Dessa forma, seu uso seria mais indicado na prevenção de lesões hepáticas e em fases iniciais de doenças do fígado.


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